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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

À mulher




“Todo dia ela faz tudo sempre igual”. “Mulher de verdade...mulher guerreira” “Mulher doce, companheira”. “Que canta mais docemente...que mostra mais do que sente”. “Complicada e perfeitinha...mulher de fases. ”

Concordo com aqueles que dizem que dia da mulher é todo dia, mas não poderia deixar de escrever a nós nesta data. Dia 08 de março, dia internacional da mulher! E que mulher!

Incrível, esse resgate diário de nós mesmas todos os dias, reinventando e reinventando-se para dar conta de equilibrar (sem desequilibrar-se) tantas demandas. “Mulher ninja” como diriam outras. Forte o suficiente para demonstrar fragilidade, sem esmorecer.

Quantas crenças se formam desde a infância, transpostas de geração em geração. Essa herança acumulada por séculos somada à necessidade de “ter que” dar conta de tantos ideais pessoais, domésticos, profissionais, sociais, tem sido uma grande fonte geradora de estresse. 

Somados às conquistas, novos papéis e a dificuldade ao desapego à perfeição. Continuar dando conta da casa, linda, sorridente e descansada, ser mãe compreensiva e companheira 24 horas, esposa, mulher e amante. Sem esquecer a superação no âmbito profissional e ainda preservar a essência no meio de tantas exigências. É preciso viver sem adoecer!

O que vai determinar a vulnerabilidade ao estresse nesse caso não é necessariamente a infinidade de demandas, mas a forma de encarar e lidar com elas. O nível de cobrança externo já é bastante elevado, aprender a lidar com a cobrança interna, as angústias, a ansiedade e as culpas minimiza os efeitos dessa tensão.

Seguem algumas reflexões que podem ajudar nessa descoberta do equilíbrio das dimensões de saúde necessárias à mulher contemporânea, afinal só nós sabemos “a dor e a delícia” de sermos mulheres! E não queremos mais fazer todo dia tudo sempre igual.


· Não se abandone. Reserve um tempo para se curtir e cuidar de si.

· Procure manter atualizada sua lista “Gosto de fazer...”. Se não consegue fazer essas atividades só, insira no programa familiar, revezando com os gostos dos demais membros.

· Faça uma lista de pendências, por urgência e importância, em cada dimensão de saúde. Resolva as prioridades.

· Aceite o que não pode ser mudado, ao menos, temporariamente. Faça o que precisa ser feito sem tanta resistência.

· Liberte-se da exigência de perfeição. Faça da melhor forma possível...o impossível ninguém fez!

· Respeite seus limites. Aprenda a dizer não.

· Peça ajuda, delegue, distribua responsabilidades.

· Seja grata pelas conquistas.

· Perdoe, perdoe-se.

· Ame-se, do seu jeito.

· Aproveite cada momento da vida para transformá-los em instantes de felicidade.



Parabéns por ser mulher, todos os dias!

Abraço,



Adriana Monteiro

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015


Que bom poder estar concluindo mais um ano, renovando mais um ciclo, concretizando tantas metas, construindo novos sonhos.

Esse tempo traz à luz as reflexões de nossos sucessos, nossas colheitas...tempo de agradecer nossas conquistas e até o que ainda não conseguimos. Tempo de mudar estratégias, de redirecionar atitudes, de remodelar pensamentos, de transformar sentimentos, de mudar aquilo que precisa ser mudado.

Tempo de se reconciliar com os outros, mas principalmente com você. De se perdoar pelos seus erros e impossibilidades, de entender suas limitações, de tirar lição de suas escolhas.

Tempo de ser grato por aqueles que contribuíram com teu crescimento, por aqueles que te amam, por aquilo que você tem e por ser exatamente quem você conseguiu ser até agora.

Tempo de ser feliz. E, principalmente, tempo de entender que esse tempo não precisa ser vivido apenas a cada final de ano. Que este ciclo, de nascimento e renascimento pode ser renovado a cada dia, a cada amanhecer, a cada anoitecer.

Não espere mais um ano para ser feliz, para viver tudo que a vida te proporciona, para ser motivo de gratidão, para se amar, para ser saudável em todas suas dimensões de saúde, para investir em você!


Que neste ano novo, você esteja novo, de novo, a cada instante, preservando tua essência e o que há de melhor em você!

Grande abraço,
Adriana Monteiro

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Assisti este vídeo e fiquei impressionada como algumas crianças conseguem ser bem mais maduras que muitos adultos.
Compartilho com vocês!




Uma semana de amadurecimento...
Adriana Monteiro

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

TEMOS TODO TEMPO DO MUNDO!


O que você está escolhendo fazer com o seu tempo?


Já dizia a música de Legião: “todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo... temos todo o tempo do mundo...” 



Tempo é um recurso não renovável, finito, escasso, porém justo! Independente de sexo, idade, posição social, escolaridade, nosso dia tem as mesmas vinte e quatro horas! O que fazemos com elas é o que vai diferenciar os resultados.


Cada vez mais ouvimos e lemos a respeito de técnicas de otimização do tempo. A percepção de que este é um recurso insubstituível, não pode ser recuperado, nem estocado, torna-o cada vez mais valioso. A boa notícia é que ele pode ser gerenciado e se tornar um grande aliado! 


Administrar o tempo é administrar nossa própria vida. Seguem algumas dicas que podem ajudar:


* Invista no seu autoconhecimento. Quanto mais você se conhece, mas fácil fica de reconhecer seus limites, diminuir as resistências, trabalhar as dificuldades e investir nos seus potenciais.

* Perceba quais as questões pessoais que podem estar desviando teu foco e busque resolvê-las.

* Defina metas a curto, médio e longo prazo. Escreva O QUE você quer alcançar, COMO você pretende resolver e QUANDO vai iniciar o projeto.

* Defina as prioridades, classificando por urgente e importante.

* Tenha disciplina e persistência para executar o planejado

* Desenvolva a assertividade; aprenda a dizer não quando necessário.

* Peça ajuda. Delegue.

* Identifique e elimine os desperdiçadores do tempo.

* Reavalie, sempre. Se necessário, mude a estratégia.


Procure usar o tempo com sabedoria e qualidade! Para ser feliz é preciso estar vivendo o único momento que de fato te pertence, o momento presente. Nem acorrentado ao passado, cultivando mágoas, dando asas para uma depressão. Nem querendo adiantar o tempo, se pondo no futuro na tentativa deveras frustrante de controlá-lo para que não sofra, para que não erre, para que não decepcione... ótima maneira de cultivar a ansiedade.


Use o passado como experiência, o futuro como foco de realizações e viva cada presente do presente oferecido por Deus, afinal..."não temos tempo a perder..."


Uma ótima semana de resultados e conquistas


Adriana Monteiro

Detox na vida



Por RUTH MANUS
Em O Estadão, 18 Fevereiro 2015


Porque a saúde não mora só no corpo.

Passou o natal, passou o ano novo, passou o carnaval. The game is over e a vida real pede passagem. É nessa hora que a febre detox-vida-nova-entrar-nos-eixos vem com força ainda maior- se é que isso é possível.

Detox vem da ideia de desintoxicar, tirar do corpo tudo o que não lhe faz bem. Louvável, sem dúvida nenhuma. Mas o problema começa quando as pessoas resolvem achar que duas garrafas de suco verde são a milagrosa solução para melhorar suas vidas.

2015 tá aqui na nossa frente e de nada vai adiantar desintoxicar o corpo, se a vida e a alma estão povoadas de hábitos, pessoas, dias e caminhos tóxicos. Parasitas, comodismos, vícios, medos.

Gente tóxica é o que mais tem. Gente cinza, amarga, invejosa, gente que gosta de problema, que gosta de doença, que gosta de discórdia, gente que vive de aparência, gente rasa. E não tem jeito, temos que fugir mesmo, cortar, evitar ao máximo. Bom dia, boa tarde e até logo. Não nos deixemos contaminar.

Não adianta comer chia toda manhã se a gente odeia o emprego e já sai de casa com vontade de voltar. Não dá para achar que o corpo vai estar puro se você não acredita no que faz e passa mais de 40 horas da semana ruminando tarefas infelizes.

Não adianta beber 3 litros de água por dia quando se está num relacionamento que afundou. É cômodo, todos sabemos. Mas a vida é uma só e não dá para ver os dias, meses e anos passarem com migalhas de amor e sem vestígios de paixão.

Não adianta colocar linhaça nas receitas quando só se reclama da vida, dos outros, do país, do calor, da chuva, do trânsito. É um círculo vicioso, quanto mais a gente fala das coisas ruins, menos atenção a gente dá às coisas boas e a vida vai ficando ruim, ruim, ruim.

É ilusão achar que a mudança vem de fora para dentro. Que a felicidade e a saúde cabem em embalagens plásticas com códigos de barra. Produtos podem ser ótimos coadjuvantes nessa busca, mas a verdadeira mudança é só o protagonista quem faz.

E eu quero um 2015 detox.

Detox de dias iguais.

Detox de gente ruim.

Detox de maus hábitos.

Detox de inveja.

Detox de relações doentes.

Detox de obsessões.

Detox de pessimistas.

Detox de medo de mudar.

Detox de dias desperdiçados.

Detox de sentimentos pobres.

Detox de superficialidade.

Detox de vícios.

Detox de viver por viver.

E pra fazer detox na vida é preciso coragem. Coragem para mudar, para arriscar, para romper, para fechar ciclos que há muito tempo deveriam ter terminado. O ano oficialmente começou e a pergunta é: vai ter só suco verde ou vai ter detox na vida?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

HORA DA FAXINA!




Sabe aqueles dias em que a bagunça está tão grande que não nos resta outra coisa a não ser parar tudo e se organizar? Pois é! Algumas pessoas fazem isso também com sua bagunça interna e esperam o limite para começar a arrumar.

Sou adepta do Feng Shui e acredito que a energia flui se estamos em um ambiente harmonizado. Dormir em um quarto todo bangunçado, por exemplo, absorve nossa energia e faz com que acordemos com vontade de começar a dormir. Ainda assim, muitos vão afastando a bagunça pra lá, acumulando coisas que não servem de nada, insistindo em guardar o que poderia servir para outrem e já não faz mais sentido em sua vida.

É assim no plano concreto, físico. Mas é assim também no plano emocional.

Quantas coisas acumulamos ao longo de nossas vidas e que naquele momento da “aquisição” foram importantes, necessárias, mas que agora não sabemos nem porque guardamos isso. Alguns de nossos valores, crenças e aprendizados que foram tão construtivos e funcionais lá atrás, talvez não estejam nos servindo mais neste momento.

Costumo fazer uma analogia com meus clientes e grupos terapêuticos de que, ao nascer, vamos montando nosso “guarda-roupas” com modelos que nos fazem enfrentar a vida. “Roupas” que ao vestirmos nos trazem segurança, proteção, certeza do amor do outro, convite para o sucesso, contrato com a felicidade ...

Os estilistas, muitas vezes nossos pais e parentes mais próximos, com a ajuda da escola, nos presenteiam com modelos exclusivos e que parecem estar na moda: modelo de menina perfeita, modelo de menino que diz sempre sim, modelo de criança que só tira dez, modelo de filho obediente, de filha que faz tudo para agradar todo mundo, de pessoas que estão dentro das expectativas e sonhos...

Neste desfile da vida, o grande objetivo é a felicidade! Naquele momento cumprem com seu papel estruturante de formação de personalidade, de edificação de valores, de construção do ser. Mas já tentaram colocar um modelo de roupa que vocês usavam quando tinham quatro, cinco ou seis anos de idade depois de adultos? Conseguem ter mobilidade com isso?

É isso que fazemos quando usamos estes modelos que tanto nos ajudaram no passado, mas que ainda que desejemos, não nos cabe mais. Precisamos resignificar estas crenças, organizar “o quarto”, arrumar “o guarda-roupas”. É hora da faxina! Ficar apenas com o que nos serve.

Experimente listar tudo o que incomoda na tua vida hoje, veja o que disso tudo é responsabilidade sua, aproprie-se. Perceba se alguns desses modelos ultrapassados, apertados, sufocantes, estão atrapalhando seus movimentos diante da vida. O que não te servir mais...desapegue, resignifique, adquira novos modelos, remodele aqueles que são significativos ainda em sua vida e nunca descarte aqueles que te fazem feliz.


Que tal começar esta faxina agora?

Grande abraço,
Adriana Monteiro

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

FELICIDADE É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA



Todas as vezes que a vida me oportuniza escolher tenho optado pela felicidade. Esse tem sido meu grande desafio e minha nova fonte de crescimento.
Não é um exercício fácil, visto que somos permeados de crenças disfuncionais e de pensamentos sabotadores que insistem em nos convencer a assinar novos contratos com a infelicidade.
Mas se pararmos para pensar, a cada minuto, cada hora, cada dia, cada instante é uma nova oportunidade para recomeçarmos e fazer escolhas diferentes.
Ao acordar, todos os dias, tenho a opção de pensar: “hoje será um dia especial”, e, desta forma, me sentir esperançosa e motivada a agir para que cada coisa, a cada instante daquele dia tenha um significado, uma importância e um prazer.
Mas também posso acordar já lamentando o fato de ter que levantar, ter que trabalhar ou estudar, ter que pegar trânsito, ter que deixar os filhos na escola, ter que fazer as compras, ter que pagar as contas, ter que agradar as pessoas, ter que corresponder às expectativas sociais, ter que...
Já pararam pra pensar quantos sentimentos de obrigatoriedade permeiam nossas vidas? Por que será que me imponho a tantos “tenho que”? E se de fato algumas dessas coisas tiverem que ser feitas, pra que tanta resistência pra fazê-las?
Quanto tempo gastamos, questionando coisas que naquele momento precisam ser feitas, querendo mudar coisas ou pessoas que não querem ou não podem ser mudadas! Ocorre-me um exemplo bem corriqueiro nos dias atuais: o trânsito.  Se preciso enfrentar um engarrafamento todos os dias, ainda que testando rotas e horários alternativos, posso escolher ir xingando, buzinando, infringindo normas de trânsito, aumentando meu estresse diário e consequentemente minha possibilidade de adoecer. O pior é que os carros não vão sair da minha frente por isso!
Tenho outra opção diante do mesmo cenário... Aproveitar este momento “parado, perdido” para fazer coisas que de outra forma não teria tempo ou oportunidade: organizar a agenda; planejar a semana;  ouvir músicas, cantar, se atualizar com as notícias, revisar  uma aula, treinar um curso de línguas ou usufruir do conteúdo de um livro por áudio; oferecer uma carona solidária; conversar; observar a cidade; contemplar a natureza...
A forma como percebo a realidade e enfrento as mais diversas situações do dia a dia refletem diretamente na minha qualidade de vida, em meu nível de satisfação pessoal e na minha felicidade. Não se furte de aproveitar cada presente que a vida te dá!
Ser feliz é uma questão de escolhas... Quais escolhas você está fazendo em sua vida?

Abraço virtual,
Adriana Monteiro


De volta ao Blog! Senti saudades...

Um ótimo final de semana para todos, repleto de escolhas saudáveis e funcionais!

Abraço virtual,

Adriana Monteiro

sábado, 14 de setembro de 2013

A História da Águia

Nem todas as mudanças na vida são fáceis. Ainda que boas, podem gerar estresse. Algumas chegam a doer na alma, mas são necessárias!

Todas as vezes que me deparo com situações que demandam difíceis adaptações, lembro-me de uma história já bem conhecida, mas que sempre que leio (e já li várias vezes) me toca muito.

Trata-se da história da Renovação da Águia. Me toca pela coragem de enfrentar a resistência às mudanças necessárias durante o ciclo da vida. Me fortalece a ideia que devemos aproveitar a vida, sem medo e com determinação, aprendendo com cada lição.

"A Águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Vive cerca de 70 anos.

Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão.

Aos 40 anos de idade, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas das quais se alimenta.

O bico, alongado e pontiagudo se curva, suas asas tornam-se pesadas em função da grossura de suas penas, estão envelhecidas pelo tempo.

Já se passaram 40 anos do dia em que a jovem águia lançou vôo pela primeira vez.

Hoje, para a experiente águia, voar já é bem difícil!
Nessa situação a águia só tem duas alternativas:
Deixar-se morrer…ou enfrentar um doloroso processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá se recolher em um ninho que esteja próximo a um paredão.

Um local Seguro de outros predadores e de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno.

Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o seu bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Pacientemente, espera o nascer de um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas.

Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas.

Após cinco meses, “Esta Renascida”, sai para o famoso vôo de renovação, certa da vitória e de estar preparada para viver, então, por mais 30 anos.

Quantas vezes, em nossas vidas, precisamos parar e refletir por algum tempo, dando início a um processo de renovação.

Devemos nos desprender dos pré-conceitos, dos maus costumes, de tudo aquilo que não é mais útil ou importante, para continuarmos a voar, permitindo o fluir de novos pensamentos.

Apenas quando livres das barreiras e pesos do passado, conseguiremos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz. E assim, alçar novos voos para uma nova vida de sonhos e realizações.

“Autor desconhecido”


Coragem, paciência e determinação!

Abraço,

Adriana Monteiro

segunda-feira, 13 de maio de 2013





Parafraseando Albert Einstein em seu conceito de Insanidade acrescentaria: Insanidade é continuar pensando sempre do mesmo jeito e esperar sentimentos e comportamentos diferentes!



Tenham uma semana "diferente"!!!



Abraço,
Adriana

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Reinvente-se


O Ano só será Novo se abandonarmos os velhos hábitos.
Se nos permitirmos voltar a sonhar
e a realizar cada um destes sonhos.
Para que o Ano seja de fato Novo,
experimente começá-lo diferente.
Em 2013, tente.
Reinvente-se!

Adriana Monteiro 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

VISUALIZAÇÃO CRIATIVA




Que tal iniciar a semana com afirmações positivas?
Esse é um vídeo com exercício de afirmações, adaptado do livro "A Visualização Criativa" de Shakti Gawain.

Abraço,
Adriana










domingo, 28 de outubro de 2012

LUA




O vôo até a Lua não é tão longe.
As distâncias maiores que devemos percorrer 
estão dentro de nós mesmos.

Charles de Gaulle

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A morte devagar

Hoje havia programado a postagem que publiquei mais cedo, mas não poderia de postar também uma crônica da Martha Medeiros aos que se permitem lentamente, "enviuvar-se de si mesmo".
Confesso que tive dificuldade ao pesquisá-lo pois existem algumas "versões", inclusive atribuídas falsamente a Pablo Neruda. Enfim, compartilho a idéia!



 

Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos.
Quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is”
em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente
quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.

Morre lentamente
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço
muito maior que o simples fato de respirar.


Martha Medeiros

Abraço saudoso aos que souberam viver plenamente!
Adriana Monteiro

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

"Menina Paradoxo"

                                                 


Após um feriadão como esse, havia programado uma postagem para vocês prolongarem o efeito do “momento relaxamento” que espero que tenham vivenciado. Mas esta, vai ficar para mais tarde. Minha necessidade neste momento é de compartilhar um outro tema. Quem sabe não esteja sendo “passional”.

Fala-se tanto em resiliência, habilidade tão necessária aos dias atuais. Esta competência, desenvolvida a partir de crenças básicas é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições, mesmo em situações adversas, para enfrentar problemas, resistir à pressão, superar obstáculos e adaptar-se.

Quanto mais desenvolvida a resiliência, maior o poder de adaptação e capacidade de lidar com os eventos estressores, minimizando o impacto do estresse.

Vimos em postagens anteriores que a situação será estressante ou não de acordo com o significado e importância que dou a ela. Mas alguns eventos estressores, parecem ser culturais; a perda, por exemplo.

Quando perdemos alguém que gostamos muito, de forma tão precoce... só sendo muito resiliente...

24 anos, guerreira, “paradoxal”, apaixonante, apaixonada por tudo que fazia e intensa. Gostaria de compartilhar a última postagem de uma menina que adorava brincar com as palavras, que me ensinou e incentivou para que eu escrevesse este Blog e, que no dia da independência, se libertou deste mundo.

Fica aqui minha homenagem, meu respeito, minha gratidão, minha admiração e minha doída saudade. E usando suas palavras: “...sim, esse é um post inevitavelmente pessoal.”




                                          


“Eu acredito no princípio do prazer. Não funciono só por obrigação. Acredito que na vida, pra fazer o que quer que seja, é preciso que haja paixão. Concordo com aquele que disse: escolha um trabalho que goste e não terá que trabalhar um dia na vida! Fazer bem feito nesse caso deixa de ser um fardo e se torna um prazer e fonte de realização.

Muitos costumam encarar o trabalho como apenas uma obrigação, uma responsabilidade chata. Não nego que no ambiente de trabalho somos submetidos a estresse, cobranças. Mas gosto de Freud quando ele diz que o homem completo é aquele que é capaz de “amar e trabalhar”, quando ele tem capacidade e maturidade de enfrentar problemas e canalizar sua energia produtiva em coisas prazerosas, seja num relacionamento ou na sua vida profissional.

Eu gosto de me relacionar com as pessoas. Gosto de conhecê-las de várias formas. Gosto de aprender sobre coisas que interessam a elas, mesmo que não seja algo que me interesse diretamente. Acho que poucas pessoas se interessam por algo apenas porque isso é interessante para outro. Como as pessoas podem se interessar em conhecer o que o outro gosta se na maioria das vezes eles não param pra pensar e realmente descobrir: “o que eu gosto de fazer”?!

O ponto não é todos terem o mesmo gosto, mas todos gostarem do que fazem. Algumas pessoas encontram a felicidade sozinhas, outras no casamento e em construir uma família. A beleza está exatamente em ver que as mais diferentes escolhas formam uma rede complementar que faz as coisas funcionarem, onde cada um tem seu papel e é importante para o funcionamento do todo. É perceber que, mesmo limitados, os humanos podem fazer coisas grandiosas movidos por uma idéia, por um sonho. Eu acredito nas pessoas!

Para estar bem com o mundo é preciso estar bem consigo mesmo. A felicidade vem de dentro e você reflete essa alegria que de alguma forma volta pra você. Você dá de si e recebe do outro. Eu gosto de me sentir útil. Eu me realizo em me relacionar com as pessoas. Acho que ninguém é completamente feliz sozinho, sem ter com quem compartilhar a felicidade. É preciso amar.

Não se trata de dar importância a títulos ou diplomas. Eu me sinto feliz por fazer o que gosto. Me sinto feliz por te conseguido alcançar um objetivo, concluir algo que me propus a fazer. E é muito bom saber que posso me realizar também numa profissão em que me sinto útil às pessoas. É uma realização individual que me faz sentir útil num nível coletivo. Poder aliviar, ainda que de maneira limitada, o sofrimento de alguém é o que pode haver de mais gratificante.

Todos somos a soma de várias partes, de vários gostos. Dentro de mim há amor suficiente pra ainda amar muito. Espero sim um dia estar realizada como mulher, mãe, profissional. E se no meio do caminho algo der errado, perdoem-me, pois meus crimes são todos passionais.”


Isabela Juliana em Menina Paradoxo

http://meninaparadoxo.blogspot.com.br/