domingo, 15 de setembro de 2013
sábado, 14 de setembro de 2013
A História da Águia
Nem todas as mudanças na vida são fáceis. Ainda que boas, podem gerar estresse. Algumas chegam a doer na alma, mas são necessárias!
Todas as vezes que me deparo com situações que demandam difíceis adaptações, lembro-me de uma história já bem conhecida, mas que sempre que leio (e já li várias vezes) me toca muito.
Trata-se da história da Renovação da Águia. Me toca pela coragem de enfrentar a resistência às mudanças necessárias durante o ciclo da vida. Me fortalece a ideia que devemos aproveitar a vida, sem medo e com determinação, aprendendo com cada lição.
"A Águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Vive cerca de 70 anos.
Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos de idade, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas das quais se alimenta.
O bico, alongado e pontiagudo se curva, suas asas tornam-se pesadas em função da grossura de suas penas, estão envelhecidas pelo tempo.
Já se passaram 40 anos do dia em que a jovem águia lançou vôo pela primeira vez.
Hoje, para a experiente águia, voar já é bem difícil!
Nessa situação a águia só tem duas alternativas:
Deixar-se morrer…ou enfrentar um doloroso processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá se recolher em um ninho que esteja próximo a um paredão.
Um local Seguro de outros predadores e de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno.
Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o seu bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Pacientemente, espera o nascer de um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas.
Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas.
Após cinco meses, “Esta Renascida”, sai para o famoso vôo de renovação, certa da vitória e de estar preparada para viver, então, por mais 30 anos.
Quantas vezes, em nossas vidas, precisamos parar e refletir por algum tempo, dando início a um processo de renovação.
Devemos nos desprender dos pré-conceitos, dos maus costumes, de tudo aquilo que não é mais útil ou importante, para continuarmos a voar, permitindo o fluir de novos pensamentos.
Apenas quando livres das barreiras e pesos do passado, conseguiremos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz. E assim, alçar novos voos para uma nova vida de sonhos e realizações.
“Autor desconhecido”
Coragem, paciência e determinação!
Abraço,
Adriana Monteiro
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Perca tempo!
Fonte: Mente Hiperativa
"Desde muito cedo aprendi que na vida não podemos perder tempo, me ensinaram que o mais importante é estudar e trabalhar pra ter uma vida boa e que o resto é pura bobagem. Cresci vendo pessoas se esforçarem diariamente para alcançarem a estabilidade financeira num futuro próximo. Acreditei nessa história e pulei de cabeça nos estudos, levei o conselho tão a sério que demorei a me questionar sobre o que fazia da vida além de construir minha carreira profissional. E me assustei com a conclusão a que cheguei.
Percebi que vivo imerso num ciclo de estudo e trabalho tão intenso que muitas vezes nem me dou conta de que há vida além da carreira profissional. Quando criei coragem de sair e conhecer o mundo lá fora constatei que não sou o único a perseguir obsessivamente minhas metas; muitos estão cegos para a vida e ainda não se deram conta disso. Pessoas assim, que vivem para o estudo e trabalho, precisam reconhecer que há outras atividades igualmente enriquecedoras, que nos fazem crescer, garantem bem-estar, liberdade, prazer e outros valores necessários ao estabelecimento do nosso equilíbrio. É necessário nutrir a alma para que o indivíduo não padeça!
Depois dessa auto-análise profunda entendi que me ensinaram a lição errada, tratei então de ressignificar a “perda de tempo” em minha vida. Descobri que além de permitido é também recomendável perder tempo de vez em quando, é essencial à saúde mental e à manutenção do bem-estar. E por falar nisso, já chegou diante da janela pra observar como está o dia lá fora? Pare e repare no mundo que grita e te convida a vivê-lo. A todo instante as coisas estão acontecendo, porém passamos o dia inteiro atolados em um milhão de serviços atrasados e inadiáveis enquanto deixamos de contemplar as sutilezas da vida, o milagre de cada novo dia.
Pare alguns minutos e observe ao seu redor, veja o sol brilhando no céu, sinta a brisa da noite, contemple os pombos que voam e colhem migalhas de comida no chão, as crianças correndo pra lugar algum, feche os olhos e ouça os sons do ambiente, decifre-os, deleite-se com as sensações as quais não tem tempo de curtir quando está preso no trabalho e na rotina cansativa do dia a dia. Perca tempo, é a dica que lhe dou, pare tudo agora e “faça nada” por alguns instantes. Esqueça tudo que lhe disseram sobre “não se pode perder tempo na vida”, perca sim.
Por várias vezes me vi completamente desconcentrado em meus estudos, me senti perdido e fracassado, cheguei a imaginar que possuía algum déficit cognitivo ou distúrbio, mas na verdade tudo não passava de uma necessidade mal interpretada a qual exigia da minha mente algum descanso. Quase caí na besteira de recorrer a medicamentos ou de me entregar à onda de pensamentos derrotistas, várias vezes não me senti capaz de manter o ritmo frenético e exigente a que nos submetemos quase sem perceber. Eu só precisava parar um pouco, perder tempo.
Numa dessas ocasiões resolvi largar na mesa os meus livros e deixar um pouco de lado minhas metas, fui passear sem rumo. Esqueci propositadamente o relógio na gaveta da cômoda, calcei um par de tênis velhos e fui correr no parque carregando no rosto um sorriso de esperança - misto de alívio e satisfação. Deixei em casa todos os meus compromissos e naquele momento me senti leve, permiti que essa sensação tomasse conta de mim e me desobriguei a carregar por algumas horas o peso da responsabilidade e de minhas próprias cobranças. Fugi do caminho trivial e optei pelos mais longos, quis mudar os ares, vi pessoas que jamais havia encontrado e que provavelmente moram no mesmo quarteirão que eu, senti cada árvore do caminho, deitei na grama do parque, me lambuzei ao comer um picolé como fazia quando era criança. Pensei na vida, na morte da cabrita, no coelhinho da páscoa, na viagem que quero fazer nas próximas férias, sonhei, esvaziei a mente, relaxei como há muito tempo não fazia. Perdi muito tempo até voltar pra casa, exausto. Liguei o rádio, preparei um jantar caprichado, tomei um banho morno e depois li alguns poemas antes de dormir, deixando assim todo o trabalho para o dia seguinte. Foi uma enorme perda de tempo na minha vida, mas depois disso minha alma estava renovada e minha mente extremamente acalmada.
Em seguida, a semana se comportou de maneira diferente, pareceu mais leve, tudo era motivo de riso. Os colegas de trabalho não conseguiam entender porque eu estava tão bem humorado diante de tantas metas complicadas e compromissos estressantes, trabalho acumulado, afazeres, listas de problemas; a maioria estava desesperada à beira de um ataque de nervos, como tantas vezes já fiquei. Agora não fico mais, pois aprendi a reservar um espaço na minha agenda pra “perder tempo”.
Hoje não me permito mais sufocar com a rotina, de vez em quando largo tudo e sumo, perco tempo da vida aproveitando-a intensamente, não ligo quando me dizem que é besteira ler um livro que nada tem a ver com minha profissão ou quando passo horas sentado na areia da praia a contemplar a lua cheia e me acham louco por conta disso. Tolos são os que acreditam ganhar tempo ao acumular trabalho; me desculpem, mas perder tempo é fundamental!"
Fonte: Mente Hiperativa
segunda-feira, 13 de maio de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Por Adriana Monteiro
Tenho a prática de todo ano me propor um desafio novo. Algo que de repente fuja às atividades cotidianas. Que necessite de um investimento de energia focalizada, concentração, envolvimento e sentimentos de eficácia perante as ações que preciso desempenhar.
Busco alguma atividade que eu não tenha domínio. Que inicialmente possa ser interpretada por mim como uma tarefa difícil, desafiadora. Aos poucos, envolver-se nessa oportunidade de ação e crescimento, de superação com prazer dos desafios, me faz vivenciar um estado de “FLOW”.
Esse “estado” nos permite a expansão do repertório do pensamento e atenção, fornecendo a base para a confrontação perante as situações negativas de maneira criativa e inovadora. Auxilia ainda na geração de recursos pessoais e sociais, que servem como fatores protetores úteis para promover a saúde no futuro.
E você, o que tem feito para transformar as adversidades da vida num desafio gerador de satisfação?
Escolha seu próximo desafio, um curso de dança, pintura, um novo esporte, um blog, ... use a imaginação e vivencie um estado "FLOW"!
Uma ótima semana produtiva para todos,
Adriana Monteiro
terça-feira, 16 de abril de 2013
Com que roupa eu vou?
Por André Caldeira
Estou lendo um livro muito interessante: The Happiness Advantage, do Shawn Achor.
Professor de Harvard por mais de 10 anos, Achor é um dos grandes estudiosos da Psicologia Positiva, e muito do que ele prega mundo afora pode ser aplicado ao nosso dia-a-dia executivo, com relação direta com os temas de gestão de stress e produtividade.
Um dos pontos que chama a atenção, logo no inicio, é sobre a importância da convivência com amigos e família em momentos de stress intenso, relacionados ou não ao trabalho, como forma de combater o isolamento e diminuir as chances de depressão. Difícil de colocar em prática quando pensamos na carreira, pois quanto mais trabalhamos e ficamos estressados, menos tempo dedicamos para as pessoas que estão ao nosso lado. Mas faz todo sentido. Quem já passou do ponto no trabalho de forma séria, sabe como é se sentir desconectado da família e dos amigos, e como o ciclo pode se tornar vicioso e perigoso.
Outro ponto importante levantado é que o stress no ambiente de trabalho se espalha como aquele tipo de fumaça inalada por fumantes passivos. Ou seja, de forma imperceptível o seu nível do stress, o de seu colega ou, principalmente o do chefe, influencia diretamente no ambiente da empresa, nos humores e reações de todos. No caso dos líderes, isso é ainda mais relevante, por sua influência nas politicas das empresas e na cultura organizacional, por normalmente servirem de exemplo para os demais e também pelo fato de que os gestores tendem a interagir com um número maior de pessoas todos os dias. Somamos a isso o fato de que trabalhadores infelizes (por conta de chefes estressados, por exemplo) faltam mais ao trabalho por motivo de doença: em média 15 dias a mais por ano do que os demais. Ou seja, os efeitos da fumaça tóxica do stress podem ser nefastos para a produtividade nas empresas.
O autor traz também o conceito da Linha Losada, pesquisa que atesta que é preciso 2,90 interações positivas para cada negativa para se construir um time de sucesso. De novo, vemos claramente as influências de reações positivas ou negativas nas pessoas e no ambiente.
Em meus workshos e palestras, sempre falo sobre o fenômeno da cabeça e alma presas, que é quando trabalhamos tanto que, nos poucos momentos em casa com a família ou com os amigos, não conseguimos desconectar dos assuntos do escritório. Shawn Achor fala sobre este tipo de comportamento, relatando que muitos executivos julgam o tempo livre como algo improdutivo, seja com hobbies ou mesmo com a família. Alguns chegam ao cúmulo de calcular o quanto poderiam estar ganhando se estivessem cobrando alguém por aquele tempo…
Mas nem tudo é sombra ou agonia. O argumento principal do livro está justamente na importância da ótica positiva em relação às nossas vidas. Especificamente sobre o trabalho, três aspectos-chave são cruciais para construirmos satisfação e sustentabilidade: prazer, engajamento e significado. Precisamos ter prazer com o que fazemos, seja pelo resultado, aprendizado ou remuneração. Precisamos estar engajados com os desafios, com a empresa e seus objetivos, com o que queremos construir conjuntamente. E precisamos de significado, de propósito. Isso significa que o trabalho tem que fazer sentido no caminho de longo prazo que estamos construindo para nossas carreiras e nossas vidas.
E por que isso é importante? Antes de mais nada, porque se estivermos felizes com o trabalho, passaremos a maior parte das horas de nossos dias de forma mais satisfeita. Mas também porque a felicidade pode melhorar nossa saúde física, e nos fazer trabalhar de forma mais rápida, produtiva e criativa. Está cientificamente provado que emoções positivas geram a produção de dopamina e serotonina, que geram bem-estar, e também ativam os centros de aprendizado de nossos cérebros.
Isso explica o sucesso de certos programas de qualidade de vida com os chamados espaços de descompressão. Para as empresas que realmente estimulam seu uso, e cuja iniciativa não tem ligação somente com divulgação interna ou externa, todas as vezes que os colaboradores usam estes espaços ao fazerem uma pausa estratégica, geram bem-estar e um pouco de felicidade interna, e por consequência se tornam mais propensos à criatividade e à inovação.
Dentro da mesma abordagem, a pesquisadora Amy Wrzesniewski atesta que podemos ver o trabalho como um simples emprego, uma etapa de carreira ou um chamado. Só depende da nossa própria perspectiva, independente de posição hierárquica (Amy relata ter encontrado médicos que tinham apenas um emprego, e zeladores que viviam seu chamado). Daí a ideia central proposta no livro: encontrar a perspectiva certa e construtiva para que possamos viver uma vida mais plena, mais satisfatória.
Para que isso ocorra profissionalmente, devemos pensar no trabalho de uma forma diferente, começando com uma simples lista dos aspectos que fariam com que outras pessoas quisessem ter a nossa posição. Parece até uma prática tola, mas tem fundamento. Em primeiro lugar, porque somos treinados sempre para desenvolver um olhar para o negativo: os erros nas provas, os problemas no texto, a falta de condução lógica em um argumento, a celulite, a roupa que não combina. O foco está sempre no menos, no feio, no imperfeito, na falha. E acabamos levando essa forma de pensar e agir para nossas vidas, e para o trabalho. Vemos, com muita clareza, o que não está bom: acho que não ganho o suficiente, meu chefe não me escuta, o ambiente da empresa não é bom, a burocracia impera e assim por diante. Tudo isso gera grande propensão ao stress, que pode gerar sintomas ligados com depressão ou falta de saúde física, bem como casos mais sérios ligados ao abuso de álcool e remédios.
Portanto, além do lado bom do trabalho atual, devemos registrar três coisas boas que aconteceram no dia, todos os dias. Isso mesmo, todos os dias. Como uma espécie de combate ao negativismo e ao olhar excessivamente crítico, temos que desenvolver o olhar mais positivo, mais construtivo, mais leve. Jogo do contente? Até pode ser, mas pare para pensar em como a carga é negativa à sua volta em relação a críticas e apontamentos depreciativos e até que ponto esse não passou a ser também o seu próprio tom pessoal.
Para tentar construir uma atitude mais positiva, eis algumas dicas:
1. Meditar: parar um pouco, nem que sejam 10 minutos por dia, para refletir e criar uma pausa individual, de silêncio interior;
2. Ansiar por alguma coisa que vai te fazer bem: uma viagem, um final de semana romântico, uma partida de futebol com os amigos, vale qualquer coisa. Desde que a vibração seja de antecipação e otimismo;
3. Realizar atos conscientes de gentileza, todos os dias. Gentileza gera gentileza, diz o ditado, e também gera bem-estar interior;
4. Irradiar boas energias ao seu redor: traga para o ambiente do trabalho pequenos elementos que gerem boas lembranças e relaxamento, ajudando no combate ao stress;
5. Praticar exercícios: de novo, a endorfina e seus efeitos, em você mesmo e no ambiente que ajuda a criar;
6. Gastar dinheiro com significado: ao invés de compras fúteis, gaste com um bom jantar, uma viagem, um presente ou uma bela surpresa para alguém que você gosta;
7. Por fim, lembre-se, diariamente, de suas fortalezas, daquilo que faz você ser uma boa pessoa e um bom profissional. Lembre, reflita e vibre neste tipo de atitude.
A escolha é diária e pessoal: que tipo de atitude e identidade você vai vestir hoje?
Fonte: http://exame.abril.com.br
terça-feira, 19 de março de 2013
7 princípios de um líder sem estresse
Foto: Getty Image
Líderes têm muita dor de cabeça: prazos, pressão, resultados, reuniões e tantas outras obrigações que afetam diretamente sua produtividade, motivação, saúde e sanidade. Para ajudar nesse cotidiano nada fácil dos executivos, o site Inc.com elaborou algumas dicas simples que podem ajudar a diminuir o estresse no final do dia. Confira:
1. Arranje um tempo para fazer o que gosta
1. Arranje um tempo para fazer o que gosta
2. Resolver problemas iniciais
3. Delegue funções para bons funcionários
4. Concentre-se no que importa
5. Desenvolva uma boa relação com as pessoas que trabalham com você
6. Tente não trabalhar nos finais de semana
7. Faça exercícios
Fonte: www.infomoney.com.br
segunda-feira, 18 de março de 2013
A Idade de Ser Feliz
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
Autor desconhecido
Uma ótima semana para todos!
Carpe diem!!!
Adriana Monteiro
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